05 Novembro, 2009

Homenagem Lucy Niemeyer

É presidente do IBDesign (Instituto Brasileiro do Design), sedeado no Rio, e foi vice-presidente da Associação de Ensino/Pesquisa de Nível Superior em Design (AEnD-BR) e integrante do corpo editorial da revista Estudos em design até 2002.

Concluiu o doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 2002.

Actualmente é Professor Adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Professor Adjunto da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Presidente do Instituto Brasileiro do Design. Continue lendo.


No site espaço.com/design encontrei 3 artigos bem interessantes sobre a autora que valem a pena serem lidos:


- Código de ética para designers

- Reflexões sobre o Ensino Superior de Design no País

- Semiótica no Design


Hoje como dia do designer, faço esse post homenageando esse grande nome do cenário de design no Brasil, Lucy Niemeyer. Inspirado por uma pesquisa que estava fazendo a respeito de semiótica, tipografia e afins.

Inclusive fiz o pedido de dois de seus livros, Tipografia: uma apresentação, de 2000, e Elementos de semiótica aplicados ao design, de 2003. Li apenas o prefácio e alguns comentários a respeito dos mesmos mas com certeza vão valer a pena.

Parabéns designers!!

21 Outubro, 2009

Site em pixel art

O pixel art é uma forma de arte digital na qual as imagens são editadas a nível de pixels. É criada pintando-se individualmente cada pixel.

Recebi a indicação, do Tuibol, desse site pelos cursos oferecidos, mas o que eu curti meeesmo foi a sacada de por um ponto turístico marcante de cada cidade onde tem a Escola e fazer a representação desse ponto turístico em Pixel Art.

Ta aqui o print da Home do site:


Entre no site aqui.

Alguns outros exemplos de maníacos psicopatas muito fodas que brincam com pixel art:




Vejam mais.

02 Outubro, 2009

N Design

Esse vídeo é demais.. hehehe além de engraçado e informativo foi muito bem feito com ALL TYPE

=D



28 Setembro, 2009

Vídeo multisensorial

O filme é para a abertura do 5 Typophile Film Festival, e foi feita por alunos da Brigham Young University.

O tema do vídeo é explorar os 5 sentidos, e não há nenhuma interferência em computação gráfica. Sensacional…


Achei muuuuito tora esse vídeo.. e tem bastante a ver com a matéria de Design Multisensorial.
A princípio vc pensa q é vídeo entao só atinge visao e audiçao..

mas eles realmente conseguem atingir paladar, olfato e até tato.. com texturas e volumes.

24 Setembro, 2009

10 mentiras para enganar designers e ilustradores

Li no IDEAFIXA, que achou no PTO DE CONTATO. Infelizmente é fato.


1) “Faça esse trabalho barato (ou de graça) e no próximo pagaremos melhor”
Nenhum profissional que se preze daria seu trabalho de mãos beijadas na esperança de cobrar mais caro mais tarde. Você consegue imaginar o que um advogado diria se você dissesse “me defenda de graça dessa vez que na próxima vez que eu precisar de um advogado eu te chamo e pago melhor”. Ele com certeza riria da sua cara.

2) “Nós nunca pagamos 1 centavo antes de ver o produto final”
Essa é uma pegadinha. A partir do momento que você foi contratado para fazer o trabalho você DEVE pedir uma entrada. O motivo é simples, você está trabalhando desde o momento que se dispõe a fazer a reunião de briefing. Talvez um cliente mais inexperiente queira pagar após ver alguns esboços. Cabe a você aceitar ou não.

3) “Esse trabalho será ótimo para seu portfolio! Depois desse você vai conseguir muitos outros”
Essa é uma das mais típicas. E costuma fazer vítimas principalmente entre jovens que ainda estão estudando. Para não cair nessa, basta pensar “quanto o seu cliente vai faturar com o seu trabalho?”. Além disso, não esqueça que, mesmo que ele indique seu trabalho para outras empresas, com certeza ele dirá quanto custou (ou se foi de graça) e imagine o que os próximos irão querer?

4) Olhando para seus estudos e rascunhos: “Veja, não temos muita certeza se queremos seu trabalho. Deixe esses estudos comigo e vou falar com meu sócio/investidor/mulher, etc e depois te dou uma resposta”
Não dou 5 minutos para ele ligar para outros designers com seus estudos e conceitos criados na mão barganhando melhores preços. Quando você ligar de novo ele dirá que seu trabalho está muito acima do mercado, blá blá blá, e que Fulano Designer vai fazer o trabalho. Mas como eles conseguiram outro designer mais barato? Lógico, você já passou o conceito todo criado! Economizou horas para o designer que vai pegar o trabalho. Então, enquanto você não entrar em acordo com seu cliente NUNCA DEIXE NADA CRIATIVO no escritório dele!

5) “Veja, o job não foi cancelado, somente adiado. Deixe a conta aberta e continuaremos dentro de um mês ou dois”
Provavelmente não. Seria um erro você não faturar o que foi feito até o momento esperando que o trabalho continue depois. Ligue em dois meses e você verá que alguém estará trabalhando no job. E adivinhe! Eles nem ao menos sabem quem você é… e o dinheiro do início do trabalho, lógico, já era!

6) “CONTRATO?? Nós não precisamos assinar contratos! Não estamos entre amigos?”
Sim, estamos. Até que alguma coisa dê errada ou ocorra um mal-entendido, e você se transforme no meu maior inimigo e eu sou o seu “designer estúpido”, aí o contrato é essencial! Simples assim! Ao menos que você não ligue em não ser pago. Qualquer profissional usa um contrato para definir como será o trabalho e você deve fazê-lo também!

7) “Envie-me a conta depois que o material for pra gráfica”
Por que esperar por esse deadline irrelevante? Você é honesto, não? Por que você deveria ficar preso a esse deadline? Uma vez entregue o trabalho, fature! Essa desculpa possivelmente é uma tática para atrasar o pagamento. Assim o material vai pra gráfica, precisa de alterações intermináveis e, adivinhe, ele arranja outra pessoa pra fazer as alterações necessárias, o material vai pra gráfica e você nem fica sabendo!

8 ) “O último designer fez esse job por R$ XX “
Isso é irrelevante. Se o último designer era tão bom por que ele te chamou? E quanto o outro cobrava não significa nada pra você. Pessoas que cobram muito pouco pelo seu tempo acabam fadadas ao insucesso (por auto-destruição financeira). Faça um preço justo, ofereça no máximo 5% de desconto e não abra mão disso.

9) “Nosso orçamento para esse job é de XX reais”
Interessante, não? Um cara sai para comprar um carro e sabe exatamente quanto ele vai gastar antes mesmo de fazer uma pesquisa. Uma quantia de trabalho custa uma quantia de dinheiro. Se seu cliente tem menos dinheiro e ainda assim você quer pegar o trabalho, dedique menos horas a ele. Deixe isso bem claro ao seu cliente, que você dedicará menos tempo que o estimado para finalizar o trabalho porque ele não pode pagar por mais horas. A escolha é sua.

10) “Estamos com problemas financeiros. Passe o trabalho para nós e, quando estivermos em melhor situação, te pagamos.”
Claro, mas pode contar que, quando o dinheiro chegar, você estará bem lá no final da lista de pagamentos. Se alguém chega ao ponto de admitir que está com problemas financeiros então provavelmente o problema é bem maior do que parece. Além disso, você por acaso é um banco para fazer empréstimos? Se você quer arriscar, pelo menos peça dinheiro adicional pelo tempo de espera. Um banco faz isso, não faz? Por que provavelmente esse é o motivo deles quererem atrasar seu pagamento, ter 6 meses de dinheiro “emprestado” sem ter que pagar juros, o que não aconteceria se ele tivesse que emprestar do banco. Não jogue dinheiro fora!

Bom, o motivo de tudo isso não é deixar você paranóico ou coisa do tipo, mas sim injetar um pouco de realidade no mundo de fantasia da maioria dos designers. Você certamente vai tratar com pessoas muito diferentes de você. As motivações e atitudes certamente são diferentes. Eu infelizmente vejo, muitas vezes, exemplos de pessoas envolvidas em situações com a mais nobre das intenções e acabam literalmente se dando mal. Porque a maioria dos designers enxergam os trabalhos como uma oportunidade de fazer aquilo que mais gostam com dedicação, simplesmente porque amam o que fazem! A outra parte não tem a negociação tão idealizada ou romantizada, muito pelo contrário.

Como lidar com todas essas coisas e ainda assim fazer um trabalho criativo? Boa pergunta! É por isso que ir atrás da informação é importante. Você aprende a trabalhar com todas as técnicas do design, mas não aprende a arte da negociação. Muitos designers ignoram este aprendizado, o que é um grande erro. Sugiro que o mínimo seja incorporado assim certamente você não sentirá seu trabalho como uma grande perda de tempo e dinheiro!


Fonte: texto original em inglês Painter Creativity
Tradução: Debora Behar